Sexta-feira, Janeiro 30, 2009

NA BACIA


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Quarta-feira, Janeiro 28, 2009

GG

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DANGER!


Terça-feira, Janeiro 27, 2009

SANTO DESPERDÍCIO


Segunda-feira, Janeiro 26, 2009

DOS LUGARES QUE EU MAIS GOSTO

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Domingo, Janeiro 25, 2009

EU, NO JARDIM DA INFÂNCIA

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Sexta-feira, Janeiro 23, 2009

MEMÓRIAS FINDAS NO 'FINDI'

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INSÔNIA

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Quinta-feira, Janeiro 22, 2009

SOMBRA BOA

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Quarta-feira, Janeiro 21, 2009

TARTARUGA


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Terça-feira, Janeiro 20, 2009

DEUS CADÊ

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Segunda-feira, Janeiro 19, 2009

CHUVA DE PRESENTE


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Domingo, Janeiro 18, 2009

TÁ NA HORA

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Sábado, Janeiro 17, 2009

ROLO


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NA BUSCA

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DOMÉSTICO

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Sexta-feira, Janeiro 16, 2009

OS OUTROS AMIGOS DO CÉU


Ô DE CASA

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Terça-feira, Janeiro 13, 2009

ABRAÇO GOSTOSO


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Domingo, Janeiro 11, 2009

LEVANDO A TRISTEZA NO BICO

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Sábado, Janeiro 10, 2009

NADA


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Quinta-feira, Janeiro 08, 2009

ACEITO!

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Quarta-feira, Janeiro 07, 2009

Cronicato no jornal da ALPA - Associação Limeirense de Proteção aos Animais


o cronicato agradece a divulgação e fica feliz por colaborar com o projeto!

Segunda-feira, Janeiro 05, 2009

EU QUE FIZ

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Domingo, Janeiro 04, 2009

A VIDA FAZ SENTIDO ASSIM

O poodle preto parecia perdido. Ficou entre os carros, por sorte parados no sinal, sem saber para onde ir. Alguns até abriram a porta para o pequeno cão entrar, mas não. Ele seguiu, atordoado, até cruzar a pista à direita e avançar pelo canteiro gramado, ladeando um córrego estreito, em uma das principais avenidas da cidade. Eu larguei o carro na calçada e fui atrás dele. Em vão. Assustado que estava, correu, sumiu. Rapidamente voltei para o volante e tentei seguir o menino fujão. Infelizmente não o encontrei, mas encontrei um casal de andarilhos, sua carroça de madeira e seu cachorro, uma fêmea preta, pequena, parecida com um Basset, a Tequila. Estavam ali descansando sob a sombra de uma bela árvore, em uma pequena praça.
Curioso: o poodle perdido acabou me trazendo até eles.
Caminhavam sem destino desde o Rio de Janeiro, descobri. A Sandra tem dificuldade para se locomover, devido a uma doença que teve nas pernas. O marido, que vou chamar de Felipe porque não me recordo o nome direito, a ajuda a prosseguir viagem, levando-a dentro da carroça, junto da Tequila, a ração que ganharam semana passada, algumas panelas e um pequeno fogareiro. Conversei alguns minutos com eles. Soube das jornadas mais recentes, ouvi algumas histórias tristes, outras animadoras e esperançosas. Vi como lidam com seus problemas e me senti pequeno, pequeno, sofrendo por coisas menores ainda. Fiquei emocionado com aquelas pessoas simples, que enfrentavam suas mazelas com otimismo, companheirismo e fé em Deus. Corri à padaria e trouxe para eles alguns itens que poderiam ajudar a passar a noite melhor. Uns pães fresquinhos, frios, água para eles e para a Tequila, refrigerante (ele me pediu) e umas cervejinhas também. O Felipe ficou surpreso. Não imaginava que eu traria tanto, além dos R$10 que já havia dado logo de cara. Ele me cumprimentou umas 3 vezes, me deu um abraço. Chorou. Me abraçou de novo. Eu também tive que conter umas lágrimas. A Sandra, sentada, me agradeceu. A Tequila me agradeceu, lambendo e rolando no chão para eu brincar com ela. Brinquei, fiz ‘cosquinha’ na barriga. Tinham descolado uma marquise ali perto para passarem a noite e amanhã seguirão viagem. Me despedi, entrei no carro e parti para casa. Tinha uma alegria nova instalada no coração, e uma certa tristeza também. Preciso exercitar mais isso, pensei. Ajudar. Sair pela rua e auxiliar como puder. A vida faz sentido assim. Sem grandes questionamentos, sem filosofia complicada de entender e explicar, sem perguntas que só o tempo poderá responder. Vou rezar por eles. Vou pedir por eles e por mim. Para que encontrem mais caridade pelo caminho, e para que meu coração não desista de praticar, de se doar, de ajudar quem precisa de verdade. A vida faz sentido assim.

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Sábado, Janeiro 03, 2009

MAIS UM SORRISO

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